Aí galera, esse é o Fagundes. Mas quem é o Fagundes ? Eu também não sei, o que sei é que este cidadão entrou em todas as comunidades do Orkut relacionadas ao Pânico pedindo os vídeos do Carnaval de 1988 onde o senhor Emílio Surita, ainda no início de sua brilhante carreira, aprontava as suas peripécias entre os foliões nos bailes carnavalescos daquele ano.
Aproveitando este clima de festas de Ano Novo e de Carnaval que se aproximam, surgiu a idéia de republicar esses vídeos, atendendo ao pedido do Fagundes.
Vale lembrar que esses vídeos foram desenterrados e digitalizados pelo Ederson de São Luís, um excelente trabalho, e são verdadeiras relíquias que não podíamos deixar de compartilhar com nossos leitores e colaboradores.
PS: Esses vídeos contêm cenas grotescas, tirem as crianças da frente do computador.
ÅNÐIRØßA às 4:32 PM horas. |
Comentários: Sexta-feira, Dezembro 24, 2004
*ULTIMO BODE NEWS DO ANO*
PAREDÃO COM SABRINA SATO
Quem é Sabrina?
Ainda sou ingênua...
Pânico na TV?
Virei cobaia!
Surita e cia.?
São machistas!
Fama?
Pés no chão!
Sonho de consumo?
Uma fazenda!
Tudo de bom?
Dançar!
Ninguém merece?
Desorganização!
Idade?
23, mas sei que o tempo passa!
Corpo-a-corpo?
Trufas... antes de dormir!
Silicone?
175ml! Quero mais...
"Playboy"?
Presente de Natal!
Dhomini?
Sofri tanto...
Mendigo?
Bonitinho até caracterizado...
Ciumenta?
Não dê motivo...
Casamento?
No campo, vestido solto...
Filhos?
Oito! É muito?
FONTE:www.noolhar.com.br/coluna1
PARAIBA® às 8:03 AM horas. |
Comentários: Quarta-feira, Dezembro 22, 2004
*HAPPY BIRTHDAY* *TIJOLO*
O tempo, a distância e a ausência, jamais extinguirão de nossos corações a imagem daqueles que souberam conquistar nossa amizade.
FELICIDADES AMIGO !!
PARAIBA® às 6:54 AM horas. |
Comentários: Domingo, Dezembro 19, 2004
*ULTIMA SEMANA*
BOM MEUS AMIGOS!! ESTÀ CHEGANDO A HORA QUE EU TANTO INDESEJEI!! A HORA DE EU TER QUE DAR UM TEMPO NO BLOG!! DEVIDO À MINHA PROFISSÃO E À MEU TRABALHO,ESTAREI VIAJANDO DIA 25/12 !! ESTOU INDO NOVAMENTE PARA "MANAUS",CIDADE ONDE JÀ RESIDI,ASSIM COMO EM VARIAS OUTRAS DESSE NOSSO "BRASILZÃO",INCLUSIVE ALGUNS PAÌSES!! COMO VOU PASSAR PRIMEIRAMENTE POR "BELEM/PA"(terra do andiroba)E POR LÀ FICAR UNS 15 DIAS E SÒ DEPOIS RUMAR REALMENTE PARA MANAUS,NÃO SEI EXATAMENTE QUANTOS DIAS LEVAREI PARA REAPARECER POR AQUI(no blog)!!LÀ CHEGANDO TEREI A INCOMODA TAREFA DE,CONSEGUIR CASA,CARRO,TELEFONE E ALGUMAS"COISITAS A MAIS"!!
ENFIM,TEREI DE MONTAR MEU ACAMPAMENTO(mais uma vez)!!MAS PROMETO QUE VOLTAREI,POIS COMO JÀ DISSE POR TANTAS E TANTAS VEZES,SOU "FÃ NUMBER ONE" DO BLOG E DE VOCÊS!!
ENTÃO,QUERO DEIXAR AQUI UM GRANDE ABRAÇO À TODOS OS QUE ME APOIARAM,E QUE MESMO SEM NOS CONHECER-MOS PESSOALMENTE,FORMEI UM VINCULO DE AMIZADE MUITO FORTE!!
AGRADEÇO A CHANCE MARAVILHOSA QUE "ANDIROBA"(mestre dos mestres)ME PROPORCIONOU AO CONVIDAR-ME PARA "POSTAR" NO BLOG,E PEÇO-LHE QUE DEIXE EM ABERTO A VAGA DO "BODE NEWS",POIS QUANDO FOR POSSIVEL VOLTAREI COM MINHAS "FOFOCAS"!!
ENTÃO,SÒ ME RESTA MAIS UMA VEZ AGRADECER À TODOS,DESEJANDO-LHES UM "FELIZ NATAL"E UM 2005 REPLETO DE COISAS BOAS!! E,QUE DEUS ESTEJA SEMPRE PRESENTE NO CORAÇÃO DE CADA UM DE VOCÊS!!
PS.:"VIDA LONGA AO BLOG"!!
PARAIBA® às 10:15 AM horas. |
Comentários: Sábado, Dezembro 18, 2004
*NÃO CALÇOU*
TRECHO DO "BATE PAPO UOL"COM *LUANA PIOVANI*!!
PARA VER A ENTREVISTAclica aqui
(05:04:02) Luana Piovani: NJ,que bom que ce tocou no assunto:EU NAO COLOQUEI AS SANDALIAS??Se voces repararem,a cena da moca calcando o sapato,foi soh feita do joelho pra baixo,nao era eu...Voces sao pessimos observadores...Mas estou feliz que eles me esqueceram..
PARAIBA® às 10:30 AM horas. |
Comentários: Quinta-feira, Dezembro 16, 2004
A pedido da nossa leitora Carol o áudio do tema de fim de ano da Jovem Pan já está no Áudios & Vídeos.
Aewwwwwwwww gaguega ... após tempos sem postar, aki estou eu novamente. Entrando (ôlhaaaaaaa) no espírito natalino.
Baseado num tópico da Comunidade do Véio Surita no Orkut onde os membros (ôlhaaaaaaaaaaaa) fizeram campanha pro Emídio posar para o Paparazzo, consegui uma foto do tal ensaio ... Valendooooooooo ...
Sabrina Sato se veste de coelhinha da Playboy e invade o Congresso em Brasília
Aproveitando a tarde de autógrafos que realizou nesta terça-feira em Brasília, Sabrina Sato resolveu gravar uma matéria exclusiva para o programa Pânico na TV na capital do Brasil. Vestida de coelhinha da Playboy, a dançarina invadiu o Congresso.
Com várias revistas em mãos, fez uma distribuição para os políticos que encontrou e subiu e desceu a rampa do Palácio do Planalto abalando as estruturas do local onde está concentrado o poder nacional.
Sempre bem-humorada, ouviu de um político que aquela atitude era um atentado violento ao pudor. Segundo sua assessoria de imprensa, como sempre, ela se divertiu muito.
A invasão deve ir ao ar neste domingo, na RedeTV!.(fonte:www.babado.ig.com.br)
PARAIBA® às 9:40 AM horas. |
Comentários: Quarta-feira, Dezembro 15, 2004
Pra quem ainda não tem, foram disponibilzadas, no Áudios & Vídeos, as trilhas de Natal e Ano Novo do Pânico.
-- No programa de domingo, bastante reportagens, e com isso, tempo um tiquinho estourado. Mas o que a gente mais quer é que estoure (hummm). Apareceram para soltar o gogó Caetano Veloso deprimido e o fotógrafo de Cagas. No Feiura dinâmica, Kátia Maiscanhão manca nos mostrou factos do dia-a-dia, e inclusive Silvio Santos nos áureos tempos do "Topa tudo por dinheiro" caindo dentro de um tanque cheio d' água...caraca eu lembro desse dia. E não foi só dessa vez! Ver tio Silvio batendo as perninhas quase de cabeça pra baixo não tem preço.
-- Sabrina levou Marlene Mattos à uma praia de nudismo no Nordeste como presente de férias. Sem cerimônia, Marlene se despiu e com seu chicletinho ao ar não esqueceu de suas obrigações e botou Sabrina e figurantes para fazerem um clipe à la Fantástico. Depois do cansativo dia, Marlene tentou mais uma aproximação em Sabrina. Se deu certo, só Chewbacca sabe.
-- Silvio Santos e Repórter Vesgo tentaram entrar no casamento de Eliana Dedinhos e Eduardo Guedes. E pior que (quase) conseguiram. Com a contribuição de um pessoal que ia ao casório, se amassaram no porta-malas dos carros e seguiram em frente. Na porta do casarão enrolaram, enrolaram, e acabaram barrados. Nem tomar champanhe direito conseguiram. Dessa vez não teve sr. Mussolini pra ajudar.
-- Já em outro canto da cidade, e numa nova investida, a dupla dinâmica tentou cercar Martha Suplicy que voltava de Parrí, para então calçar as Galochas da Enchente. Como não tinham nada melhor pra fazer enquanto a prefeita não vinha, resolveram ficar fazendo recepção calorosa aos passageiros e arranjando sarna pra se coçarem. Na hora do encontro, nem uma palavra sequer dela, passou direto e rindo, e não calçou as galochas, confirmando aquele Complexo de Marcos Mion.
-- Quietinho de Paula, Mendigo, Rafael Ilha, Silvinho Blau Blau e cia. se convidaram para ir à Ilha de Caras. Pegaram o transporte oficial da Rede TV! e meteram o pé na jaca e na estrada no sentido de Angra dos Reis (RJ). Quase 400 km depois ainda pegaram um mini-iate pra entrar no clima. E também no clima de descontração conseguiram chegar ao local sem celebridades, apenas com uns argentinos, que assustados se perfizeram de seguranças e na maior marra (óbvio) enchotaram o grupo de lá, no mínimo acharam que o bonde do Zé Pequeno tava baixando no pedaço. Bom foi o Mendigo botando terror na socialite argentina dizendo "a gente só vai levar UMA bolsa" kkkkkkk. Mas depois do pequeno tumulto e gozacões com os a-rrentinos e seguranças impacientes, o grupo saiu de alma lavada soltando até fogos, no melhor estilo farofeiro.
vampira - RJ às 11:55 AM horas. |
Comentários: Terça-feira, Dezembro 14, 2004
Por 20 anos, Emílio Surita foi apenas uma voz. Uma voz que, entre 1984 e 2003, esteve a serviço quase exclusivo de programas de rádio com segmentos de música, humor e entrevistas. Uma voz familiar apenas à garotada que forma a audiência da Jovem Pan. Durante esse período, Emílio até tentou dar um rosto à sua voz em rápidas passagens pela Bandeirantes e pelo programa Caldeirão do Huck, da Globo. Ninguém notou. Até que em outubro de 2003 convocou um grupo de rapazes com escassa experiência em TV, montou um cenário de 5 mil reais, encaixou-se na grade da quinta rede de TV do país e foi disputar a audiência das tardes de domingo com Gugu Liberato e Fausto Silva. Em um ano, seu programa, o Pânico na TV, tornou-se um dos mais bem-sucedidos dos últimos tempos na TV brasileira fora da Globo, com média de 7 pontos no Ibope, pico de 13, o que já lhe deixou colado em Fausto Silva (15 anos de domingo na Globo) e Gugu (13 anos de domingo no SBT).
Parte dos bons resultados do Pânico na TV pode ser explicada por sua fórmula original. Entre todos os formatos de atrações da TV, o programa de auditório é o mais antigo. É também o mais resistente a novidades. Por mais que os apresentadores de hoje se esmerem por dar roupagem moderna a seus programas, muito do que se vê tem cheiro do velho show de calouros comandado por Chacrinha nos anos 70. Nesse cenário, a aparição do Pânico na TV é uma novidade e tanto. A diferença fundamental está na relação com as celebridades. Tanto os programas de auditório convencionais quanto o Pânico na TV dependem de gente famosa para conquistar audiência. Mas, enquanto Fausto Silva e Gugu celebram o trabalho e exemplo de vida de qualquer famoso que adentre o palco, Emílio Surita e sua turma esculhambam essa mesma turma sem dó nem piedade. Em seu quadro mais conhecido, a turma do Pânico inventou um troféu, As Sandálias da Humildade, com o qual premia os artistas mais esnobes da TV. Para entregar o "prêmio", dois personagens, o repórter Vesgo (um sujeito inconveniente que tenta beijar as entrevistadas) e Sílvio (uma imitação de Silvio Santos com dentes tortos), vão às últimas conseqüências, como perseguições na rua, invasões de camarins, tocaia na porta de casa. Em outro quadro, um imitador do Gugu (o Gluglu) visita o lar dos famosos a pretexto de mostrá-lo aos espectadores e, chegando lá, destrói tudo que encontra pela frente.
Emílio Surita, 43 anos, nasceu em São Manuel, no interior de São Paulo, é casado com Anne, uma sueca, tem dois filhos e é irmão de Tereza Jucá, prefeita eleita de Boa Vista (RR). Concluiu o curso de direito, mas jamais quis ser advogado. Preferiu investir em uma boate onde trabalhava como DJ, uma escala natural rumo ao radialismo na Jovem Pan. Há 11 anos tocando o Pânico na rádio, embrião do programa de TV, tem um olho apurado para pescar, mesmo entre os ouvintes, pessoas interessantes capazes de alavancar a audiência. Seu programa de rádio conta com entradas ao vivo da copeira e do motorista da Jovem Pan, além de um ouvinte com problemas mentais e outra que sofre de depressão. Emílio conversou com o editor de PLAYBOY, Carlos Amoedo, em três oportunidades nos estúdios da Jovem Pan. Avesso à entrevista num primeiro momento ("Minha vida não tem nada de interessante"), acabou entregando os pontos e revelando segredos dos bastidores do Pânico.
Como você explica o sucesso do Pânico na TV hoje? O sucesso tem a ver com a necessidade que a mídia tem de buscar novidades. E hoje em dia a gente tem tido um certo espacinho justamente porque representamos esse algo novo. A imprensa gostou da gente. Caímos no gosto de pessoas que eu jamais imaginaria, como a Esther Hamburgo, a Bia Abramo e a Leila Reis [colunistas de jornais de São Paulo]. A Bia falou que o programa é trash, mas que tem coisas bacanas, ou seja, ninguém falou que é uma merda. Não sei por que nós fomos os escolhidos. Mas isso passa, porque a própria mídia precisa de outras pessoas. Só vamos ser um sucesso mesmo se conseguirmos ficar no ar por muito tempo, como o Casseta & Planeta, o número 1 do humorismo brasileiro, que está há 11 anos na televisão.
Você concorda que o seu programa é trash? Ele pode ser trash pela estrutura que tem. Melhor: pela falta de estrutura. O cenário do programa, por exemplo, custou 5 paus. O logo é de cartolina. Dá pra ver que não existe nenhum cuidado com a produção. A coisa nasceu mais ou menos assim: o Tutinha [dono da rádio Jovem Pan] chegou para o Marcelo de Carvalho e para o Amilcare Dalevo [respectivamente, vice-presidente e presidente da Rede TV!] e falou: "Vamos fazer o Pânico na televisão?" E os caras, que também são loucos e ousados, resolveram fazer meio que no improviso pra ver no que ia dar. Claro que nessas condições, a coisa sendo feita na correria, como teste, eles não injetariam dinheiro. Quando decidimos ir para a TV, todo mundo falou que éramos loucos, que iríamos nos queimar entrando no horário do Gugu e do Faustão e que não precisávamos disse já que fazíamos sucesso no rádio.
Mesmo assim vocês foram em frente. É. Foi aquele lance de vai ou racha. Mas entramos com muita vontade, porque era uma oportunidade única e sabíamos que, como combinado, só tínhamos três meses para fazer a coisa dar certo. O pessoal da Rede TV! falou: "Façam o que quiserem!" E a gente vem fazendo isso até hoje. É trash? Sim, é trash! A bailarina ganha 50 mangos porque não dá pra contratar um corpo de baile. Fica a menininha que vai lá, é bonitinha e quer dançar. Tem o anão que vai e faz um negócio. Mas tem também um pessoal muito talentoso, como o nosso editor [André Machado], que é um cara inteligente e traz elementos interessantes para o programa. E o Ricardo de Barros, o que que dirige o programa, não é brega.
Então, como você classifica o Pânico na TV? Eu acho que se trata de um programa anárquico. Não chega a ser humorístico, porque humos costuma seguir um texto afiado. No nosso caso, a coisa foge totalmente do script. Mas o charme do programa pe justamente ser essa coisa que as pessoas não sabem definir direito. Tem muita mistura. O Pânico é feito por uma molecada. É claro que tem alguém para coordenar, colocar ordem na casa. E esse alguém sou eu. Mas a criação do programa é coletiva. Todo mundo senta e resolve o que fazer. Outro dia a mulher do Nizan [Guanaes, publicitário] veio me falar que adora o programa. E eu fiquei pensando: "Pô, por que será que ela gosta?" Ao mesmo tempo, o pedreiro que trabalha lá em casa e é meu amigo também gosta. Ou seja, o programa tem elementos para vários tipos de pessoa. Talvez o que agrada pe justamente essa mistura que fazemos
O improviso é a grande arma do programa? Na rádio dá pra improvisar e, caso o programa não fique tão bom, o ouvinte perdoa. Na televisão isso é mais difícil. Se o telespectador não está satisfeito, ele pá!, aperta o botão do controle remoto.
Quando vocês fingiram cochilar durante oito minutos ¿porque não tinham o que mostrar¿, foi improviso? Não. Foi uma saída para disfarçar a falta de atração. Naquele dia, a gente ia mostrar uma matéria em que o Vesgo e o Silvio [personagens do programa] foram atrás da Marta Suplicy, do Serra e do Maluf, candidatos a prefeito de São Paulo. Mas a matéria não pôde ir completa ao ar. Segundo o que foi publicado na coluna da Mônica Bérgamo, na Folha de S. Paulo, o Rui Falcão [secretário de governo municipal] ligou na Rede TV! e pediu para tirarem a parte deles. A Marta deve ter dito: " Eu sou a prefeita e ninguém vai brincar comigo!" Isso é o tipo de coisa que se fazi na época do Erasmo Dias [coronel, braço direito do regime militar em São Paulo na década de 70]. "Ei, tira isso aí do ar!" Eu achava o PT uma coisa bacana, o partido dos artistas. Mas é o tal negócio conheça os seus amigos quando eles tiverem o poder na mão.
Qual é o seu partido? PSDB. O partido da classe média. Gosto do Serra, do Fernando Henrique e gostava do Mário Covas. Mas já votei no Eduardo Suplicy, do PT. Ele é um cara bacana também.
É por isso que não deixou o Vesgo e o Silvio atropelarem a coletiva do José Serra no dia em que ele foi eleito prefeito de São Paulo? É o seguinte: o cara está lá cercado por vários jornalistas, que queriam e estavam ansiosos para ouvi-lo. Não dá pra deixar os caras fazendo baderna com algo tão sério. Claro que tem que ter um certo limite.
Vocês não passaram dos limites quando feriram a Luciana Gimenez num dos quadros do programa ou quando colocaram em risco a vida de pedestres e de outros motoristas na perseguição ao Clodovil? O que aconteceu com a Luciana foi um acidente. Detonamos uma pequena explosão no carro só pra dar um susto, mas a coisa saiu do controle e acabou machucando o braço dela. No caso do Clodovil, tudo não passou de um bom trabalho de edição. Não paramos a Margina [uma das principais vias de São Paulo], ela já estava congestionada no momento em que fechamos o carro do cara. Falamos que uma pessoa quase foi atropelada, mas ela estava a 4 metros do carro. Falamos ainda que um dos veículos tinha entrado na contramão e não tinha. Ou seja, a narrativa com as imagens editadas deu uma falsa impressão de perigo, de perseguição policial. Tanto que não houve nenhuma repreensão por parte das autoridades de trânsito.
Alem da edição criativa, vocês também anunciam celebridades no programa e colocam imitadores. Isso acontece porque o famoso, o verdadeiro, não vai ao programa. Daí a gente tem que colocar qualquer coisa [risos].
Isso não é picaretagem? Não acho. Para o cara que está em casa, não faz a mínima diferença se é o cantor verdadeiro ou a cópia. Garanto a você. No íntimo, a gente até queria levar os cantores ou grupos de verdade, como Jota Quest, Skank, Charlie Brown Jr. Uma turma que a gente lançou e deu força na rádio. Mas o pessoal não queria nem atender ao nosso telefonema. Foi quando colocamos as imitações e a coisa pegou.
Como as praticas de vocês são diferentes, por exemplo, da entrevista dos integrantes falsos do PCC que o Gugu botou no ar? Aquela história é o seguinte: surgiu a notícia de que tentaram seqüestrar o Padre Marcelo e, talvez, na reunião de pauta, eles tenham decidido encontrar e entrevistar os caras. Como não encontraram, arrumaram uns caras falsos. O problema é que o Marcelo Rezende [jornalista] levou isso a sério e pegou no pé do Gugu.
Mas o programa do Gugu vendeu o fato como sendo verdadeiro. Acho que o cara não fez aquilo pra prejudicar ninguém. Era mais um entretenimento.
Então não existem limites quando se trata de entretenimento? Se você está contando uma piada, não. Mas quando faz televisão a coisa muda de figura. Realmente, temos que ter um certo cuidado com o que colocamos no ar.
Você acha que toda forma de humor vale a pena? Acho que humor não pode ter censura. Mas tem que ter responsabilidade pelo que é colocado no ar.
Como as piadas que vocês fazem com deficientes físicos se encaixam nessa visão? E tem piadas com anão também. Mas olha o anãozinho do nosso programa. Ele se diverte muito em estar ali [risos]. É claro que tem muita gente que acha que estamos explorando o cara. Mas tudo a gente está explorando. Se colocamos mulher no programa, estamos explorando a mulher e por aí vai. Humorista não pode ser o bonzinho da turma. Ele é o cara que sacaneia os outros.
Não existe uma linha entre sacanear e intimidar? No casamento do Luciano Huck com a Angélica, o Vesgo ameaçava pegar no pé de celebridades que não queriam fala. O Pânico sempre repercutiu dando 2.3 ou 13 pontos no Ibope. Mas é o tal negócio, a coisa foi crescendo. O Marcos Mion ligou para o Vesgo se desculpando por não ter dado atenção na entrada da festa do Hucl. Alegou que não tinha visto ele. Um monte de gente deve ter ligado para o Mion avisando o que tinha acontecido. É engraçado isso: as pessoas não ficam bravas com a brincadeira, mas coma repercussão dela. É o caso do Clodovil. Ele deve ter ficado puto porque algum amigo dele liga e fala: "Pô como você deixa esses moleques fazerem isso com você?" Afinal, a coisa não passa de uma brincadeira. Na festa do Huck, o Vesgo e o Silvio chamaram o Eugênio Staub [presidente da Gradiente] de Corcunda de Notre Dame. Mas eles nem sabiam quem era o cara. O engraçado é que, na festa, o Tutinha estava pedindo ao Eugênio patrocinar o Pânico. Depois que vi as imagens, pensei comigo: "Fodeu!" [risos]
Você não acha que algumas pessoas, como o Clodovil, entram na briga por que dá ibope? Acho. O Clodovil é um cara muito inteligente e está se aproveitando da situação para estar em evidência.
O que você acha que ele quis dizer quando falou no ar que você "tem problemas com sua masculinidade"? Ah, o Clodovil é um grande ator. Sou o maior fã dele. Eu acredito que ele só está fazendo show. Eu não sou um cara polêmico. Esse lance do Clodovil é uma grande besteira. Quando eu saí do programa no domingo para jantar, na véspera do feriado [15 de novembro], quando a perseguição foi ao ar, o restaurante inteiro veio falar comigo como se aquilo fosse novela. Que bobagem, gente!
Como surgiram As Sandálias da Humildade ? Surgiram como um brincadeira nas reuniões da rádio. Sempre que tinha um cara mais estrela, a gente brincava que ele estava precisando ganhar a tal sandália da humildade. Pegamos a idéia e resolvemos usá-la com a Luana Piovani.
E ela acabou calçando. Não. Ela nunca calçou as sandálias. Foi uma montagem. As sandálias não foram inventadas para serem calçadas. Era um troféu. Daí o vesgo e o Silvio cismaram que elas teriam que ser calçadas. Eles se aproximaram da Luana e pediram para ela calçar. Ela não quis calçar as sandálias, mas disse que faria as pazes. Na saída do evento, o Vesgo perguntou a ela: " E as sandálias?" E ela respondeu no microfone: "As sandálias são um pouco apertadas, mas ficaram boas". Então fizemos uma montagem como se ela tivesse calçado. Se você olha bem essa imagem, percebe que não tinha nada a ver com a tal sandália. Mas a gente sempre coloca uma sacanagem dessa no programa para o cara ficar em dúvida. O mais engraçado é que o Daniel Castro [do jornal Folha de S.Paulo] publicou que ela não calçou. Eu peguei o jornal e questionei o Vesgo e o Silvio no ar: "Olha aqui, estão dizendo que vocês não colocaram as sandálias na Luana". Eles não voltaram atrás e ainda mostraram novamente a imagem. No dia seguinte, o Daniel reafirmou que ela não tinha calçado as sandálias da humildade. E todo mundo ficou na dúvida. Olha só a preocupação que o pessoal tem na vida: saber se a Luana calçou ou não as sandálias da humildade [risos].
O que o Vesgo faz é um anticolunismo social? Exatamente, É um colunismo com o olhar do telespectador mais crítico. Quando você está em casa, comenta: "Nossa, não agüento mais ver esses big brothers na televisão" ou "até quando esses caras vão estar aí?" O Vesgo faz sucesso porque ele sempre vai chegar em alguém que o telespectador não gosta.
Mas ele exagera? Quando entrevistou a atriz Cristiana Oliveira, por exemplo... A vesguinha?
Pois é. Ela disse que ele não era vesgo de verdade e ele riu na cara dela e respondeu: "Mas você é!" Como eu disse, o humorista é o ruim da turma. E não é o Vesgo que exagera. Tudo é uma questão de ponto de vista. Quando ele pega alguém que a gente não gosta, a gente acha graça da situação. Só ficamos sentidos quando ele sacaneia quem a gente gosta. às vezes são os entrevistados que são grossos com ele. O Jô Soares, por exemplo, disse que não ia falar porque era da Globo e puxou o microfone.
Como nasceu o repórter Vesgo? O Rodrigo Scarpa morava em Minas, era ouvinte da rádio e sempre ligava pra gente pra aparecer. Ele é cheio de vontade de fica famoso [risos]. Um dia ele apareceu aqui e começou a trabalhar na rádio na área de promoções. Depois de passar pela TV Bandeirantes, onde trabalhou com o Marcos Mion, foi contratado para trabalhar com a gente na TV. No início do programa, a gente ficava desesperado porque não conseguia levar convidados. Na estréia, para você ter uma idéia, fomos salvos na última hora pela boa vontade do Júnior [da dupla Sandy e Júnior], que gosta do programa da rádio e resolveu ir. Já no segundo a gente não tinha ninguém mesmo e tivemos que levar uma ex-paquita de quem ninguém se lembrava mais. Deu média de 1 ponto de audiência. Foi quando a gente resolveu ir às festas para ferrar esses filhos da puta que não queriam ir ao programa [risos]. Tinha o programa do Amaury Júnior e a gente fez algo por aí. Assim o Rodrigo virou o repórter que vai atrás das celebridades para sacaneá-las.
E como você encontrou o resto da trupe? O Bola [Marcos Chiesa trabalhava na promoção da rádio colando adesivos nos carros dos ouvintes. Ele tinha um jeito meio mimado de quem foi criado pela avó e pela tia e eu achei aquilo interessante. O Ceará [Wellington Muniz, que interpreta o personagem Silvio Santos] foi descoberto pelo diretor da rádio em Fortaleza. O Carlinhos [Carlos Alberto da Silva], que faz o Mendigo, era boy aqui na rádio. O Carioca [Marvio Lourenço] trabalhava na Jovem Pan do Rio. O Carlos Caramujo [Marcos Aguena], o repórter surdo, foi contratado de outra rádio. O Vinícius [Marcos Vinícius Vieira], que faz o Zé Fofinho e o Gugu no programa da TV, já era locutor aqui. Tem uma história ótima sobre ele. Quando teve a primeira Casa dos Artistas, ele imitava o ator Alexandre Frota e um dia a gente inventou que o cara tinha um celular dentro da casa e que estávamos falando com ele. Todo dia o Vinícius entrava no programa imitando o Frota. Um jornalista do Rio acabou publicando que o ator tinha um celular dentro da casa. Foi o maior escândalo. Você acredita que essa bobagem saiu daqui do Pânico?
Acredito. E a Sabrina? A Sabrina entrou no programa porque todo mundo era feio, e na televisão, precisávamos de uma mulher gostosa.
Você e a sua turma costumam chamar mulheres bonitas de gostosas. E se usam essa mesma palavra com sua mulher? Sem problemas. A "pepela" é sensacional. Mas ela, com 40 anos, não tem mais idade para ser a gostosona. Vamos chamá-la de gostosinha em nome do matrimônio. [risos]
Você a conheceu durante uma entrevista num baile de Carnaval quando você trabalhava na TV Bandeirantes, certo? Onde se ganha o pão se como a carne? Hoje eu vejo a fita e percebo que estava cantando ela. Mas na época eu achei que não. A entrevista não rendia e eu lá insistindo. Depois da transmissão, voltei e trocamos telefones.
Você teve a sua fase de galã na década de 80. Pegou muita mulher famosa? Não, eu sempre fui um cara sossegado e que gostava de namorar.
Você é um cara emotivo? Pra caramba. E do tipo que chora em filme e até em comercial. Chorei assistindo a Uma linda Mulher, por exemplo.
Você relutou em dar essa entrevista alegando que sua vida é muito desinteressante, que é casado há 15 anos e que nunca traiu sua mulher. Trair ou casar várias vezes é o que faz uma vida interessante? Não é isso. Eu estava lendo outro dia o livro do Walter Clark, que foi o chefão da Globo na década de 70. Lí também o do Silvio Luis, comentarista esportivo. O livro do Walter Clark, que comeu todas as mulheres, cheirou e fumou, tem 587 páginas. Já o livro do Silvio Luís, que sempre foi casado com a mesma mulher e é mais família, teve menos coisas pra contar. O público, o leitor, gosta de coisas bombásticas.
O quadro A Hora da Morte é bombástico ou sádico? Ah, aquilo a gente colocou no ar pra chamar atenção mesmo. Eu queria que de um jeito ou de outro as pessoas vissem o programa. A princípio a Morte surgiu para ir à casa das pessoas, para rondar a casa da Hebe Camargo, do Silvio Santos. Mas aquilo não tinha muita graça. O personagem ficava lá parado e nada acontecia. Foi quando resolvemos mandar a Morte assustar as pessoas no Parque Ibirapuera em São Paulo. Mas o que acontece é que esses quadro são complicados, porque perdem a graça. Chega um momento que você tem que dar um basta.
Vocês recebem muitas reclamações? A única reclamação de telespectador que tivemos foi por causa de uma matéria da Sabrina sobre inseminação artificial. Várias pessoas acharam o fim do mundo ela masturbar um porco e enfiar o braço dentro da vaca. Mas ela estava com um professor da USP. Se fosse no Globo RUral ninguém reclamava.
A Mariana Kupfer, que já fez o Pânico no rádio, teria dito que a Sabrina é a substituta que vocês pediram à Deus: muito burra. A Sabrina não é nada burra. Vá lá ver o saldo bancário dela aos 23 anos de idade. Ela sempre teve um espírito leve. Já a Mariana levava tudo muito a sério. Você não pode ser bobo com humorista, porque senão ele te sacaneia. E se ele te sacaneia e você leva a sério, é pior. Além de ser sacaneado, você vira notícia no dia seguinte. A gente brincava com a Mariana e ela, toda patricinha, reclamava. O pessoal dizia que ela ia à Daslu [loja cara de roupas femininas de São Paulo] e não pagava a conta. Nem sei se era verdade. Ela não estava contente com as brincadeiras e eu falei que o Pânico era assim mesmo e não tinha jeito de ser mudado. Então ela saiu. O advogado dela já mandou uma carta pra gente falando que iria tomar as providência cabíveis caso continuássemos falando o nome dela.
Você já se arrependeu de colocar alguma coisa no ar? Sim. Por exemplo, um quadro do Pânico no qual umas mulheres sentavam sobre tachinhas pra ver quem colava mais delas na bunda. Achei o resultado ruim, mas não tinha nada pra por no lugar.
Por que muita gente se sujeita a aparecer em situações ridículas na televisão? Pelo cachê de 100 reais [irônico]. É um belo cachê por meia hora de trabalho, não acha? Mas essas pessoas são das agências de elenco. Tem até agência de anão.
Você já fez alguma coisa desagradável pelo dinheiro? Já fiz milhares de coisas. Uma vez fui fazer um comercial para uma grande loja de móveis por um cachê bonzinho. Cheguei na loja e o diretor do comercial me deu um smoking branco com uma gravata meio vermelha e cor-de-rosa para vestir. Era uma coisa ridícula. Mas, como eu ia viajar e ficar dez dias fora do país, eu imaginei que, quando voltasse, ninguém mais iria se lembrar do tal comercial. Mas não é que no avião um senhor me reconheceu e falou: "Você é o rapaz que estava com uma gravatinha vermelha ridícula num comercial, né?"
Você aceita na boa fazer merchandising? Como já disse o Juca Kfouri [jornalista esportivo], quando você é jornalista, é complicado. Você não pode se comprometer com o produto, porque a sua credibilidade é importante. Mas a gente faz humor e nesse caso o merchandising não pesa contra.
Há semelhanças entre o Perdidos na Noite, do Faustão, da década de 80, e o Pânico na TV? Eu acho que o Faustão foi muito mais revolucionário do que o Pânico é hoje. O Pânico é um produto bom, que mexe com a figura da celebridade, com o formato dos programas. Já o Faustão mexia com a estrutura da televisão, tirava sarro da fragilidade da parte técnica.
Você acha que o Faustão perdeu um pouco da espontaneidade depois que foi pra Globo? Não. O Faustão foi o cara que tirou o domingo do Silvio Santos. Tanto é que o Silvio Santos, que é o melhor apresentador da televisão brasileira, acabou saindo do ar no domingo. E olha que o Silvio Santos, assim como o Clodovil, é o tipo do cara que faz com que as pessoas parem para ouvir o que ele está dizendo. É claro que o cara já bilhardário, deve ficar meio de saco cheio e faz a coisa assim mesmo, se virando nos 30 [risos].
O Pânico daria certo na Globo? Não. A Globo é muito careta. Dificilmente poderíamos fazer o que fazemos na Rede TV! A Globo tem estrutura, mas não tem o nosso espírito. Não fazemos várias reuniões para decidir as coisas por exemplo. Muita coisa que colocamos no programa surge de um papo informal quando saímos para tomar alguma coisa ou numa churrascaria.
Foi por isso que você e o Bola saíram do Caldeirão do Huck? Eu e o Luciano ficamos muito amigos na época que ele trabalhou na Jovem Pan. Aí quando ele foi para a Globo, nos levou para fazer uma espécie de Pânico no programa dele. O Caldeirão seria uma mistura de tudo, e o Bola e eu, com os nossos comentários, seríamos a parte politicamente incorreta do programa. Mas, na Globo, 99% do que falamos não pode ser falado. Com isso acabamos ficando sem função. Quando mudou o diretor, a gente saiu.
Foi um acordo? Foi mais ou menos num acordo de cavalheiros, nós entramos com o cú e eles entraram com o chute [risos].
E você já demitiu muita gente? Algumas. É muito pior demitir alguém do que ser demitido. Mas a rádio é um negócio e não tem jeito. Não se pode confundir amizade com trabalho.
As pessoas que trabalham com você o respeitam bastante. A que você atribui isso, além de ser o mais velho da turma? É porque estou no programa de rádio desde o início. Não porque eu seja um ditador ou coisa parecida, apesar de me chamarem de Hitler e de George Bush [risos].
Quem manda em casa? A minha mulher. Foi ela, inclusive, quem escolheu os nomes dos nossos filhos. Como ela tem esses lances de numerologia, o de 12 anos chama-se Emílio Eric Paulo Skolberg Surita e o de 11 anos, Eduardo Jãn Harry Skolberg Surita. Coitados! [risos].
Mas, no trabalho, te chamam de Hitler. Sou meu neurótico,estressado e ansioso. Sou neurótico porque gosto de fazer uma coisa bacana, que as pessoas gostem.
Você estava estressado quando deu aquela bronca na Maryeva, no ar, porque ela não queria responder às perguntas da equipe? O que aconteceu foi o seguinte: ela não entendeu uma série de brincadeiras que a gente fez, começou a ficar puta e a nos cortar. Daí entraram os ouvintes. Um deles fez uma pergunta e ela não quis responder. Passei para outro, que fez uma pergunta sobre o Guga [na época especulava-se que ela estaria namorando o tenista]. Ela tirou o fone e disse que não queria mais fazer o programa. E eu concordei e disse que, se ela não quisesse responder às perguntas dos ouvintes, era melhor ela ir embora mesmo. Então ela começou a chorar e eu coloquei música. Fora do ar eu disse a ela que estava ancorando o programa e o formato era aquele.
Você é, definitivamente, avesso ao culto às celebridades. Não acho que seja isso. É que eu realmente acredito que ninguém é insubstituível. Percebi isso quando substitui o Serginho Leite, que era um monstro no rádio, na Jovem Pan. Se você não vem um, dois ou três dias, o ouvinte esquece de você. Ou seja, você não é nada! E não é porque aparece na televisão que você deve se sentir melhor que as outras pessoas. É ridículo o cara que fala "o meu público". O público não é de ninguém. É ele que elege um cara e em um determinado tempo.
Você já pediu autógrafo pra alguém? Só para jogador de futebol. Mas foi para dar aos meus filhos.
Tem ou teve muitos ídolos? Eu gostava muito do radialista Hélio Ribeiro e do Tutinha, que também fazia um programa musical na Jovem Pan. Sou um cara antigo e minha emoção é mais auditiva, ao contrário dos meus filhos, que é mais visual. Os ídolos deles devem ser aqueles caras da MTV.
Você controla o que os seus filhos assistem na televisão? Não. Mas eu tento explicar o que eles estão vendo. Não adianta você proibir as crianças ou os adolescentes de assistir a este ou aquele programa, de ver cenas de sexo na TV. Na novela das 8, por exemplo, tem aquelas duas que são lésbicas. O melhor é você explicar pra as crianças que aquilo existe, que tem pessoas que são daquele jeito e gostam de ser assim. É melhor você esclarecer como é o mundo do que trancar seus filhos num condomínio fechado. Mesmo porque não tem como ter controle sobre a informação.
Tem alguma coisa que o incomoda na televisão? Não, eu gosto de tudo que tem na televisão. Tem um programa no Canal 21, às 6 horas da manhã, que é sensacional. É um tal de Johnny não sei o quê fazendo uns clipes da Jovem Guarda com bonequinhos. É muito bom, mas é tosco, trash. Mas eu amo coisa trash. Atayde Patreze [apresentador de TV] é gênio! Já novela é chato. Você tem que ver todo dia e enche o saco.
O que existe de melhor e de pior hoje na TV brasileira? As pessoas dão muita importância à televisão. O cara exige que a televisão seja educativa. E ela não é nada disso. Televisão é entretenimento puro. Educativo tem que ser escola, biblioteca. Televisão é um cirquinho em que as pessoas ficam ali fazendo graça ou fazendo chorar. É muito pretensioso querer fazer um programa para educar a população. O cara quer ligar aquilo ali, dar risada e dizer:"Poxa, olha que bobagem, que besteira!"
A falta de cobrança é vantagem de trabalhar numa emissora menor como a Rede TV? A vantagem é que temos liberdade de fazer o que fazemos. Nenhum diretor nos liga, por exemplo, para reclamar da audiência. Quem faz isso é a mídia especializada. Isso dá audiência. As pessoas gostam e comentam esse tipo de coisa. Mas o que interessa se o Faustão ganhou do Gugu?
Você abriria mão dessa liberdade para ser mais visto numa emissora como a Globo? Não. Se você fica seduzido pela audiência, você vai querer dar cada vez mais ibope. São quatro ou cinco canais brigando pelo mesmo público, o que não tem lógica nenhuma. Mas daqui a um tempo vai acontecer com a TV o que aconteceu com o rádio: você vai escolher um tipo de público e acabou.
Na época do Caldeirão, você chegou a trabalhar com a Marlene Mattos. Foi complicado? Não, a Marlene é sensacional, bem-humorada. Não sei por que ela tem essa imagem. Bem, ela é exigente. Eu adoro a Marlene. A gente invadiu a Bandeirantes com a sósia dela e foi ela quem autorizou.
Como vocês descobriram essa sósia da Marlene Matos? Era uma ouvinte. O nome dela é Mônica. Ela apareceu por aqui e a gente achou ela a cara da Marlene Mattos. Foi assim que surgiu a idéia de usarmos ela em alguns dos quadros do programa.
O apresentador Otaviano Costa também começou como ouvinte do programa de rádio, não é? O Otaviano era um moleque que vinha sempre na rádio, acho que em 1990, para assistir ao programa. E ele ficava imitando um robô. Achei engraçado e coloquei ele no estúdio pra gravar, assim como fiz com o Senna e com a Amanda.
Por que ele ainda não decolou apesar de ter tido um início promissor? Acho que ele está sem sorte. As coisas meio que acontecem, ou seja, você nem sempre escolhe. Veja o Márcio Garcia, por exemplo, naquele game show da Record. Você vê que o cara não está muito feliz ali, mas, como está ganhando 100 paus por mês, deve pensar: "Vamos fazer esta merda aqui e vamos embora"[risos].
O que você faria se ganhasse 1 milhão de dólares? Sei o que eu não faria: não o colocaria no Banco Santos [risos]. Mas pensando bem, acho que guardaria o dinheiro. Não daria pra instituição de caridade, por exemplo.
Você é mão-de-vaca? Não sou, não. Nem ligo pra dinheiro. Tanto é que nem sei quanto eu ganho. A coisa mais cara que comprei foi a minha casa. Deve ter custado uns 300 mil dólares na época. Só que naquele tempo o dólar e o real se equiparavam.
Você nunca pesou em ter o próprio negócio? Eu tenho uma produtora de áudio, mas eu gosto mais de criar: Quem toca a produtora é o meu sócio.
Como surgiu o Pânico no rádio? Ele tem 11 anos. No início era um programa de enquete, de duas horas, pra jovens de 15 à 24 anos. A idéia era fazer um programa como do Serginho Groisman, que discutisse algum tema atual, como gravidez na adolescência ou drogas. Eu ficava no estúdio com um convidado e tinha os repórteres na rua entrevistando o pessoal. Mas o pessoal que ligava só queria saber de pedir camiseta, boné, música e enchia o saco. A gente com uma médica ali esperando perguntas descentes e nada. Quando começamos a atender mal, a coisa ganhou repercussão e os telefonemas aumentaram. Nunca fizemos pesquisa para saber, mas percebemos que a gente estava tratando os moleques como eles se tratam. Estava descoberta a fórmula. Até então era aquela coisa: " Oi, tudo bem? De onde você fala? De Sapopemba? Que beleza, que bairro bom!" Mas, quando a coisa foi pro outro lado - "Nossa, como você mora mal" -, as pessoas gostaram mais. Depois a gente também começou a passar trote.
Você tem 20 anos de Jovem Pan. Você conseguiria se ver fora da rádio? Olha, eu não sei o que vai acontecer no futuro. Mas desconfio que o rádio é uma coisa que não vai durar muito tempo. Se a internet for um pouco mais rápida do que é hoje, ela vai tomar o lugar do rádio. Resta saber como esses programas no rádio vão se adaptar à internet.
Qual foi o melhor momento dessa carreira? Tá sendo agora. É uma oportunidade rara de fazer aquilo que gosto, que está dando certo, com um pessoal bacana e muito divertido.
E o pior? [pausa] Em 1990 eu fui contratado pelo SBT junto com a Virgínia Novick. Fizemos o piloto, assinei o contrato, mas eu nunca entrei no ar. Liguei para saber o que tinha acontecido, mas ninguém me falou. Fiquei um ano recebendo sem fazer nada.
Qual a sua maior ambição? Criar bem os meus filhos. Essa é a maior aventura que você tem na vida. E melhorar o ser humano é uma coisa muito difícil. Ainda bem que minha mulher é muito bacana e tem habilidade no trato com o ser humano. Eu sou mais rústico, mais tosco [risos].
Em entrevistas você já disse "estou apreensivo, pois não dominamos a linguagem televisiva" e "estamos aprendendo a fazer TV". É falsa modéstia? Não. É verdade mesmo. Fazíamos um programa de rádio pra moleque, mas entender a linguagem da televisão é outra coisa. Rádio eu domino e sei o que é bom, mas não televisão. O Gugu e o Faustão colocam no ar aquilo que eles sabem que pode dar certo. A gente coloca o que a gente acha engraçado.
Fonte: Resvista Playboy Dez/2004
Agradecimentos: Ao Ronald Rios que scaneou a entrevista e ao Alisson que digitou uma parte e fez o banner.
ÅNÐIRØßA às 9:20 AM horas. |
Comentários: Segunda-feira, Dezembro 13, 2004
FURA OS ZÓIO...
Ontem, a turma do Pânico esteve na Rede TV! desde o meio-dia e gravou uma série de programas que serão exibidos durante o recesso de Natal e Ano Novo.
Em um dos programas, que contarão com o repeteco das melhores matérias do ano, teve a participação do Inri Cristo nos estúdios do programa. O Zé Graça, quando foi na Pan (há uns 2 meses) falou que gostava de jogar sinuca kkkkkkk. Na época o Juneba miguelou o velhaça e postou aqui:
Confirmando toda sua tendência ao gracejo, Inri Cristo jogou sinuca com o pessoal do Pânico. Putz! Nossas lentes insanas e doentias captaram uma das imagens mais grotescas de 2004 e furamo os zóio aqui do programa que deve rolar no programa especial de fiuréééx! Confira:
Obrigado a Suzani.
Alisson às 12:39 PM horas. |
Comentários: Sábado, Dezembro 11, 2004
Aconteceu nesta 2ªf (06/12) o coquetel de lançamento da PLAYBOY de dezembro. O evento, para 350 convidados, realizado no Espaço Chakras em Sâo Paulo, teve como estrela a musa e apresentadora do Pânico Sabrina Sato. A cantora indiana Rhatinabali encantou os convidados antes de Sabrina chegar ao coquetel na companhia do namorado Carlinhos (o Mendigo do Pânico) e toda a família, o pai Omar , a mãe Kika, e os irmãos Karina e Karim.
Sabrina recebeu a imprensa e os amigos, entre eles, a turma do Pânico, composta por Emilio Surita, Marcos Chiesa (Bola), Carioca, Rodrigo Scarpa (Vesgo), a vencedora do concurso Playboy TV 2003 Mirella Santos além de diversos artístas como Flavio Mendonça (Os Gêmeos) entre outros.
Outra grande novidade da Playboy de dezembro são as duas finalistas do concurso Sereias Renata Prado e Maiara Pierlot no especial Coelhinhas/Sereias. Imperdível!!!!Outra grande novidade da Playboy de dezembro são as duas finalistas do concurso Sereias Renata Prado e Maiara Pierlot no especial Coelhinhas/Sereias. Imperdível!!!!
Fonte: uol.com.br
Contribuição: Do mestríssimo Juneba (Hãããnn !)
Ontem Sabrina foi à livraria Saraiva no Centro do Rio para a tarde de autógrafos da revista Playboy. Bastante simpática e receptiva, atendeu fotógrafos, jornalistas e claro, os marmanjos que estavam afoitos ou tentavam esconder sua ansiedade em conseguir além do autógrafo, uma foto ou um beijo dela. Engraçado foi ver as caras de satisfação com o mais novo prêmio em suas mãos. Eu ainda tive o privilégio de ouvir um garoto abismado dizer: "ih, ela é japonesa mermo ae" (rs...putz). E não sei se ela reparou, mas teve um menino de camisa e tênis vermelhos que parecia que não ia conseguir chegar a tempo ao banheiro (!!!), até a língua tava saindo pra fora. Mas apesar disso o final de tarde passou com doses de bom humor.
vampira - RJ às 2:51 AM horas. |
Comentários: Sexta-feira, Dezembro 10, 2004
What's up papito mother fucker !
Supla foi o entrevistado do Pânico desta sext-feira. O cantor foi divulgar os shows e o novo CD.
Papito estava com o capeta no couro, o primeiro bloco foi treta total, a galera no estúdio foi querer pegar no pé dele e o bicho saiu distribuindo patada pra todo lado, sobrou até pro câmera, acho que só a Sabrina se safou.
Mas apesar das tretas a entrevista foi muito bacana, eu não gosto de nenhuma música do Supla, mas gosto do que ele fala na mídia, não deixa ninguém tirar barato e sabe dizer o que pensa. É um dos poucos artista que bate de frente com a galera do Pânico sem pegar mal, imagino o quanto isso deve ser difícil, afinal são seis contra um.
Os comentários foram sobre o novo CD, o show onde será gravado o DVD, falaram um pouco de política, o trânsito de São Paulo, o sashimi da Sabrina, etc...
No final do programa falaram que a Sabrina iria fazer uma sessão de autógrafo em uma livraria em São Paulo, aí começaram a comentar sobre a revista. O Mendigo disse que as revistas Planet Sex e Brasileirinhas ficaram leve compararando com a Playboy da Sabrina.
Falaram também que uma das ex-panicats teria sido também uma Brasileirinha, quem será que foi?
ÅNÐIRØßA às 1:24 PM horas. |
Comentários: Quinta-feira, Dezembro 09, 2004
E-mail enviado pelo Silas/SP, outra charge sobre o Pânico no Charges.com.br. Tá tirando mano ?
Participação agora não meu filho !
O convidado de hoje foi o músico, cantor, compositor jassístico e fazedor de barulhinho com a boca, Ed Mota que foi divulgar o seu DVD que já está nas lojas.
Sem dúvida o cara tem um estilo único de cantar, vai do cidadão gostar ou não. Eu perdi o primeiro broco, mas, do que ouvi a entrevista, me pareceu bacana, assuntos musicas coisa e tal. O Ed Mota mandou umas músicas ao vivo também, no seu órgão, show de bola. O mendigo ficava chamando o cara de Brutus o tempo todo, putz parece muito mesmo, e toda vez que alguém falava alguma coisa em inglês o Mendigo falava "Hum?".
Sensação foi a Camisa do Emílio extremamente fashion, moda verão eu preciiiiiiso.
*A idade é algo que não tem importância, a não ser que você seja um queijo*. Um "feliz aniversario" de toda a turma do blog.
PARAIBA® às 7:01 AM horas. |
Comentários: Terça-feira, Dezembro 07, 2004
Em meio à maratona de divulgação da Playboy (que eu ainda não vi porque o cara da banca falou que ia reservar uma pra mim, aí né, eu cheguei lá e já tinham vendido as 130 do estoque. Chegou um tiozinho e comprou 10 para a empresa dele: sorteio de Natal para motivação dos empregados. A minha foi junto. Putz!), Sabrina Sato esteve conversando com os internautas do UOL, na noite desta terça-feira, 07/12.
A moça fez importantes relatos, relacionados à sua vida, carreira, sapecos e afins. Abaixo alguns trechos da conversa bacana:
SOBRE A PLAYBOY:
Ø "A segunda vez é mais bacana. A gente tem mais experiência. Acho que em tudo é assim. A experiência conta muito".
Ø "Eu gosto de fotos de bumbum. (A revista) tá com um visual bem manga, estas que eu estou de costas. Mas a que eu mais gostei foi a que eu estou como heroína de quadrinho japonês¿.
Ø " 'Ah!! Se quer posar, posa!! O que eu vou fazer. Vou te prender?!?!'. Na verdade, ele me deixou livre para eu tomar as minhas decisões", sobre Carlos.
Ø "Se posaria novamente? Se eu tivesse num outro momento, quem sabe. Acho que eu sou muito marketeira neste sentido. É preciso haver um motivo. O primeiro motivo foi o Big Brother e agora o Pânico. Se eu estiver na mídia, no futuro, com um outro programa ou personagem, e eu estiver bem com meu corpo, tudo bem. Eu não tenho pudores".
Ø "Cachê? Acho que foi quase igual. Mas desta vez foi um pouco maior".
Ø "Diferença entre a primeira e a segunda? Na primeira eu estava mais "cheinha", por causa do Big Brother. Agora eu tive tempo de malhar. São duas revistas diferentes. Até parecem mulheres diferentes. E eu sou uma mulher que gosta de mudanças".
SOBRE O PÂNICO:
Ø "O Pânico sempre teve uma musa. Quando a Marian Kupfer saiu, ficou a vaga. Muitas meninas estavam sendo cogitadas. E o Tutinha, que é o dono da emissora, cogitou meu nome. Eu fiz um teste e deu certo. Daí, fomos para a televisão e está ainda melhor!!".
Ø "As sandálias da humildade são escolhidas pelo público. Não existe relação conosco. Ele não quer calçar e a gente está perseguindo isso! A gente só quer realizar o desejo do público".
Ø "Aventura que me deu mais medo? Acho que foi a das abelhas, ser enterrada vida e mais uma, que não foi pro ar: eu dei comida para um jacaré de uma maneira que nunca ninguém deu. No último domingo, por exemplo, eu levei um tiro".
Ø "O Pânico é uma família, sim. Mas também estamos ligados pelo lado profissional. Até neste momento, com os resultados que estamos apresentando, é fruto de um trabalho profissional. Não é um trabalho qualquer. Somos uma equipe pequena que trabalha muito!!".
Ø "Se os caras do Pânico me xavecam? Eles só fazem umas brincadeiras... Agora que eu namoro com o Mendigo, e ele é bem forte, eles maneram. Mas brincam muito comigo e eu levo na boa".
SOBRE CARLOS:
Ø "Vai ser difícil eu ser conquistada por outro homem".
Ø "Não tenho pudor, porém não sou nem um pouco liberal. A nudez não está relacionada ao sexo. E olha que eu nunca havia pensado nisso. Eu só tive relações com 3 namorados. Isso não significa que eu sou preconceituosa. Para estas coisas eu sou meio jeca! O Carlinhos é o terceiro...".
Ø "Eu não tenho que provar que estamos namorando aparecendo em fotos! A gente sempre tá junto... Saímos muito. Mas eu gosto de ficar discreta. É para manter a nossa intimidade".
Ø "Como o Carlos me conquistou? Ele foi bem natural. Acho que a história de vida dele me cativou. Ele sempre me tratou superbem. E ele é uma pessoa muito sincera".
SOBRE MULHER SAMAMBAIA e REPORTER VESGO:
Ø "Eu não acha que estamos competindo, pelo contrário. A Playboy é uma revista totalmente diferente. Sabemos que quem compra a Playboy não compra a Sexy. Esta é uma edição dedicada ao Pânico. Acho que somos outro público. Espero que a revista dela venda bastante. Quero dizer: nós duas!".
Ø "Se nós nos damos mal?!?! Imagina! Ela é super tranqüila! Nós nos encontramos todo o domingo. E estou superbem com todos eles... Ela é muito gente boa!".
Ø "Eu e o Rodrigo somos muito amigos! Somos amigos pra caramba! A gente é bem próximo, mesmo. A gente briga por discussões de momento. Só isso. Eu não acho que ele é folgado, ele é sincero. Ele descobre o ponto fraco de cada um e ataca".
SABRINA SOBRE SABRINA:
Ø "É meio difícil me tirar do sério... Quando eu saio do sério, sai de perto!".
Ø "Eu sou bailarina. Fazia faculdade de dança e tudo! Cheguei cursar jornalismo aqui em São Paulo. E era modelo profissional. Dançava no Faustão e fui garota do tempo. Mas tudo isso foi muito importante para contribuir para a continuidade do meu trabalho, que hoje é no Pânico".
Ø "Sou totalmente contra projetos. Eu tenho os meus sonhos. Estou trabalhando muito no Pânico. Mas eu tenho um projeto sim: voltar a estudar jornalismo, que está trancado. E quero estudar cinema!".
Ø "Eu exótica, sensual ou sexy? Entre estas três opções, eu prefiro exótica. Eu não me considero uma mulher Sexy, não".
Ø "O tipo de assédio mudou. Quando saí do Big Brother, as pessoas me agarravam, me abraçavam... Acho que hoje em dia, as pessoas se aproximam de mim para falar do meu trabalho. Agora é mais tranqüilo. O tipo de assédio mudou, mesmo!".
Ø "Eu acho que para fazer novela, tem de ser atriz. Eu não sou atriz profissional. Fiz por muito tempo teatro amador. Para fazer novela, tem de estar bem preparada, e eu não estou. Quem sabe um dia eu faça um curso para isso. Eu gosto de cinema, e não de fazer novela".
Ø "Se eu sou apresentadora, modelo ou repórter? Putz! Eu não me considero modelo porque já passei da idade, né?! Tenho 23 anos. Mas eu faço um monte de trabalhos publicitários, mas isso é por causa da minha imagem. Não acho que sou uma apresentadora. Eu faço matérias para eles... Mas não sou repórter, também. Por isso eu quero voltar a estudar jornalismo".
Ø "Eu não tomo as críticas como lição, mas também não fico abalada. Acho que sempre vai haver críticas. Mas eu não consigo me envolver com isso. Acho que isso não vai interferir na minha vida. Isso não significa que vai interferir na minha vida...".
Ø "Eu sinto cócegas sim, e no corpo interio. Mas depende muito de quem faz as cócegas...".
Taí, uma entrevista legal da Sabrina, sempre se mostrando muito humilde e simpática. Inclusive, quando falou do assédio dos fãs e tal, ela chegou a mencionar nosso blog. Baaaaaby!
PÂNICO RECEBE NOTIFICAÇÃO E NÃO PODE CITAR CLODOVIL
Clodovil cansou de ser perseguido pelos humoristas do Pânico e acionou seus advogados para tomarem providências contra os colegas de emissora. A equipe do dominical recebeu uma notificação extra-judicial que os proíbe de citar Clodovil em qualquer de seus programas - Pânico na rádio Jovem Pan ou Pânico na TV na Rede TV! - para não serem processados.O aviso foi suficiente para fazer com que os humoristas parassem de falar de Clodovil. Durante o programa deste domingo (5), o nome do apresentador não apareceu como nas atrações anteriores, quando ocupava praticamente todo o programa.Segundo a assessoria de imprensa de Clodovil, o apresentador não queria mais fazer parte, mesmo que passivamente, da suposta armação entre o Pânico e a Rede TV! para conseguir alavancar a audiência do humorístico. Ainda de acordo com a assessoria, Clodovil topou calçar as sandálias da humildade desde o início, mas a emissora teria protelado o episódio para que as perseguições do Pânico a Clodovil rendessem ibope.
A assessoria de imprensa da Rede TV! nega que houve qualquer tipo de armação no quadro do Pânico na TV.(babado.ig.com.br)
PARAIBA® às 7:29 AM horas. |
Comentários: Segunda-feira, Dezembro 06, 2004
ATÈ OS GAJOS D'ALEM MAR VÃO DESCABELAIRE O PALHAÇO
A edição de Dezembro da "Playboy" brasileira chega amanhã às bancas com Sabrina Sato na capa
Embuída do espírito natalício, a apresentadora do programa "Pânico" mostra toda a sua sensualidade na segunda vez que posa para a conhecida revista.
Recorde-se que Sabrina Sato , que ficou conhecida pela sua participação no "Big Brother Brasil 3" ,foi capa da "Playboy" em Maio de 2003, garantindo o recorde de vendas do ano com mais de 600 mil exemplares vendidos.www.correiodamanha.pt(PORTUGAL) QUEM QUIZER CONFERIRCLIQUE AQUI
Rodrigo Scarpa vive o Repórter Vesgo no programa Pânico na TV, da Rede TV!
Ele já levou safanão de Luana Piovani, bolsada de Luiza Tomé e até soco na cara do Victor Fasano. Tudo por conta das perguntas indiscretas que faz às celebridades da tevê. Mesmo assim, Rodrigo Scarpa, o Repórter Vesgo do Pânico, da Rede TV!, não quer ficar conhecido como o "terror dos famosos". "Eu só falo a verdade. É que a verdade, às vezes, machuca. Mas não tenho a intenção de humilhar ninguém", garante.
Qual é a sua opinião sobre o Repórter Vesgo?
Mas há também quem não se incomode e até entre na brincadeira. Suzana Vieira é uma delas. Garota-propaganda do fixador Corega, achou graça ao ser indagada se usava dentadura. Marília Gabriela também não perdeu a esportiva quando Vesgo mandou um abraço para um de seus filhos. Qual deles? O Gianecchini... "Não sou louco de criticar uma Fernanda Montenegro. Quando cheguei perto dela, nem sabia o que falar...", pondera.
Por ironia, esse mineiro de 23 anos que tanto critica as celebridades está se transformando em uma delas. Hoje, ele é o responsável pelos momentos mais divertidos do Pânico, da Rede TV!. Não por acaso, o programa já alcança dois dígitos no ibope e ocupa o terceiro lugar no domingo. "Gosto de ser reconhecido pelo meu trabalho, mas não vou virar celebridade. Você nunca vai me ver na Caras", promete. Leia a seguir a entrevista com Rodrigo Scarpa.
P - O atual desafeto do Pânico é o Clodovil. Você não acha que, às vezes, pega pesado e passa dos limites?
R - No começo, eu confesso que não tinha muita noção de limite. Por imaturidade mesmo, achava que podia tudo. Nesse um ano de Repórter Vesgo, aprendi muito com os meus erros. Hoje em dia, se você reparar bem, estou brincando mais do que agredindo. Na verdade, nunca tive a intenção de agredir ninguém. Mas já houve vezes em que passei dos limites mesmo...
P - Quando, por exemplo?
R - Quando eu virei para a Mariana Kupfer, por exemplo, e disse: "Você já tentou ser atriz, cantora, apresentadora e nada deu certo. O que você é agora?". Eu me arrependo disso. Não tinha esse direito. Hoje, procuro ser mais sutil, bem-humorado. Recentemente, perguntei ao Maluf: "Você me empresta a senha do seu banco na Suíça?". Atualmente, procuro ser simpático com quem está assistindo ao programa, comigo mesmo e, por que não?, com o entrevistado também...
P - Qual foi a sua pior "saia-justa" até hoje?
R - Ah, sem dúvida, foi com o Victor Fasano... Aquilo nem foi "saia-justa". Foi uma cena grotesca e covarde. Não dei motivos para ele fazer aquilo. Outros teriam motivos para me agredir e não agrediram. Ele, não. Fiz só um trocadilho em tom de brincadeira. Infelizmente, ele não entendeu. Fazer o quê? Ele não respeitou o meu trabalho. Se não queria dar entrevista, era só falar... Eu respeitaria.
P - Uma de suas primeiras vítimas, inclusive, foi o Amaury Jr, um dos precursores do colunismo eletrônico no Brasil. Como ele reagiu à brincadeira?
R - Ele não entendeu nada! (risos) Infelizmente, a cena não foi ao ar porque o pessoal não quis comprar a brincadeira. Eu ainda estava na fase de implantação de estilo. Fui a um evento e, quando encontrei o Amaury lá, resolvi fazer uma brincadeira. Foi aí que despenteei o cabelo dele. "Ô meu, cê tá acabando com o meu cabelo! O que você pensa que tá fazendo?" E foi embora despenteado. Às vezes, eu tenho uns surtos de loucura, sabe? Beijar a Roberta Miranda foi um deles... (risos)
P - Mas você não tem medo de, amanhã ou depois, virar uma celebridade também?
R - Pois é, já tem até comunidade dedicada ao Vesgo no Orkut, com 30 mil membros cadastrados, dá para acreditar? Mas eu nunca pensei em virar celebridade. Aliás, nem quero. Sou uma crítica às celebridades vazias. As pessoas acham que a fama vem antes do trabalho. No meu caso, não. A fama é apenas uma conseqüência do meu trabalho. Gosto quando as pessoas reconhecem o meu trabalho e vêm falar comigo. Mas você nunca vai me ver na capa da Caras. Isso eu prometo! Fonte: Terra Gente
Veremos ...
Photoshop Girl às 9:06 AM horas. |
Comentários: Domingo, Dezembro 05, 2004
*MAIS UM PETISCO* (obrigado papai noel)
A edição de dezembro da Playboy, que chega às bancas de todo o país nesta terça (7), traz como presente de Natal para seus leitores em 23 páginas e pôster, Sabrina Sato, musa e apresentadora do programa Pânico.
O corpo perfeito de 1,70m, 58kg, 100cm de quadril, 61cm de cintura e 94cm de busto, ela mantém com musculação e exercícios aeróbios sob a supervisão de uma personal trainer. O que não a impede de comer o que bem entender.
- Como de tudo, inclusive doces, diz.
Esta é a segunda vez que Sabrina estampa a capa da publicação. Depois de ficar conhecida em todo país pela participação no Big Brother Brasil 3, seu primeiro ensaio saiu em maio de 2003 e garantiu o recorde de vendas do ano para a revista. Foram comprados mais de 600 mil exemplares.
- Aceitei este novo convite pois acredito muito na revista, acho a Playboy maravilhosa e não tenho pudor com nudez, confessa.
Desta vez Sabrina foi fotografada por J.R. Duran por quatro dias em São Paulo. Nos primeiros dois dias a equipe utilizou como cenário a suíte presidencial de um hotel na cidade e na seqüência os cliques foram divididos entre uma casa em Alphaville e o estúdio de Duran.
O ensaio, inspirado nos quadrinhos de Mangá, tem na produção vários brinquedos como espada, robôs, revólver de plástico, carrinho e bicicleta de criança, além de uma asa de libélula, elementos em cores vivas que estão presentes neste estilo de desenho japonês. *EM COMPENSAÇÃO:...Cálculos iniciais revelam que foi um tremendo fracasso a venda nas bancas da "Playboy" com Luiza Thomé. Encalhou!!(TRIBUNA DA IMPRENSA 05/12)
PARAIBA® às 12:43 PM horas. |
Comentários: Sábado, Dezembro 04, 2004
É impressão minha, ou o Ceará tava numa propaganda da Nova Schin mesmo?
A japonesa Sabrina Sato, deu uma de louca e irá surpreender a todos com a matéria que fez para o Pânico na Tv, semana passada ela foi enterrada viva e a loucura da Japa não parou por aí, essa semana o quadro irá mostrar a eficiência de um colete a prova de bala.
Sabrina vai usar um colete a prova de bala e irão atirar contra ela, mas ela saiu bem de mais uma prova que ninguém tem coragem de fazer. O que será que ela vai fazer para o Domingo que vem??
Cenas da matéria. As imagens foram tiradas do Blog.
==================== às 3:45 PM horas. |
Comentários: Sexta-feira, Dezembro 03, 2004
Mulher Samambaia, vulgo Danielle Souza, foi ao programa "Gordo a go-go" (MTV) desta semana e falou um pouco de si e mostrou 1 ou 2 fotos da revista Sexy. Ela foi a última a ser entrevistada (antes teve os Novos Baianos) e quem quiser conferir.....
No programa de hoje a entrevista foi com o escritor Evandro Augusto Dolio responsável pela coleção "Ria da minha vida antes que eu ria da sua" que está no terceiro livro o qual é voltado para a visão masculina sobre o universo feminino.
A entrevista foi naquele esquema, sem muito zé gracisse mas bem interessante e bem-humorada. A galera que gosta da esculhambação de sempre não deve ter gostado muito.
No estúdio só estavam ao Emílio, Bola, Amanda e Senna. No meio do programa apareceram o Carioca, Ceará e Vesgo, todos de paletó, fazendo alguma zé graciçe para o Pânico na TV.
No final do programa o diretor do Pânico na TV apareceu no estúdio para falar que as atrações desse domingo estão sensacionais. A Sabrina vai testar um colete a prova de balas e vai tomar uns pipocos no meio dos peitos, quer dizer, deve ter sido na barriga pra não acertar o silicone.
ÅNÐIRØßA às 1:26 PM horas. |
Comentários: Quinta-feira, Dezembro 02, 2004
É MEMO?!
Hoje participou do programa a tiazona do rock, Rita Lee, que está nos altos de seus 57 anos. Ela ta lançando um cd novo, só que foi difícil tocar as músicas novas porque o maldito do Japa foi lá e surrupiou o cd - folgado o Caramujo!
Rolou uma conversinha mole, sobre carreira e ela toda baaaaaby pro Pânico, dizendo apenas que não gosta da estética das sandálias da humildade: "são muito feinhas!".
A moça ainda relatou que é fã do Clodovil, mas não confirmou se o cara é mormaço: não parece, mas queima.
Entre os ouvintes, participação nenhuma porque o som do telefone tava parecendo um fosso de elevador, putz.
O Emilio leu algumas perguntas do chat, entre elas, muitas relacionadas ao lance que a Rita Lee falou mal de São Paulo no inicio do ano. A cantora miguelou, disse que foi invenção da mídia e que ela apenas teria dito que "Festa boa é no Rio ou no Nordeste, que São Paulo é uma cidade muita preocupada em resolver seus pobrema".
Entre os integrantes doentes, destaque pros papinhos da virgindade da Amanda (que é fissu no Beto Lee, creeeedo) e do Senna. Chegaram até a sugerir uma aproximação entre os dois. Alias, o lelé do Senna falou que já teve uma namorada, só que eles só passeavam, nunca beijaram na boca kkkkkkkkkkkk......É virgi! O Senna é virgi geeente! Kkkkkkkk.
No final, ainda apareceu o tonto do Estopa tocando um mix oitentista e se oferencendo pra apresentar no show da Rita Lee, putz!
P.S.: O Emilio falou que é fã de um dos cds lançados pela Rita por causa da capa, na qual está Rita em uma pose diferente. O Véio disse ter descascado muito em posse desta foto: